Compositor: Arimatéa/ Marézinho
Quem acha que tudo quebra, muitas vezes tem razão.
Até o banqueiro quebra, deixando o povo na mão.
O pescador quebra a linha, quando pesca um peixe bão.
Já quebrei muitos amores, no embalo da paixão
Mas me pegaram de jeito, e quebraram meu coração.
Eu já vi rico quebrado, não sobrou nem um tostão.
O fazendeiro quebrou, querendo ser garanhão.
O canoeiro quebrou, a canoa do patrão.
O carro de boi quebrou, o silencio no grotão.
Eu quebrei minha cabeça, pra fazer esse modão.
A quebradeira chegou, não ficou ninguém de pé.
Quebrou quem planta laranja, quebrou quem planta café.
Quebraram minha viola, e me deixaram ‘chué’.
Quebrei meu chapéu na testa, fui parar no bar do Zé
Quebrei a minha dieta, e enchi a cara de mé.
Eu já vi rico quebrado, não sobrou nem um tostão.
O fazendeiro quebrou, querendo ser garanhão.
O canoeiro quebrou, a canoa do patrão.
O carro de boi quebrou, o silencio no grotão.
Eu quebrei minha cabeça, pra fazer esse modão.
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