Compositor: Arimatéa
Eu nasci para ser peão, ninguém pode contestar.
Com dez anos de idade, já gostava de domar.
Já montava bezerrinhos e gostava de laçar,
Faço aquilo que mais gosto,
Pra montar não meço esforços, minha vida é viajar.
Dou a vida no rodeio, eu monto por tradição.
Aos quinze anos de idade, já amava a profissão.
Tenho o meu estilo próprio, de montar um garanhão.
Meu pai me disse: “Menino,
Vai cumprir o seu destino, você já nasceu peão”.
Pego firme no cedem, peço a Deus para me ajudar.
Nos aplausos da plateia, jogo meu chapéu pro ar.
Touro que pula cruzado, é que gosto de montar.
Chego à espora no bicho, E só desço do mestiço,
Quando a sirene tocar.
Sempre fui bem recebido, nos lugares que passei.
Sou amigo dos amigos, não gosto de fazer feio.
Tenho orgulho em ser peão, trago o cheiro do rodeio.
Quando entro na arena,
Não tenho dó, nem pena, chego à espora, e desço o reio.
Pego firme no cedem, peço a Deus para me ajudar.
Nos aplausos da plateia, jogo meu chapéu pro ar.
Touro que pula cruzado, é que gosto de montar.
Chego à espora no bicho, E só desço do mestiço,
Quando a sirene tocar.
Sempre fui bem recebido, nos lugares que passei.
Sou amigo dos amigos, não gosto de fazer feio.
Tenho orgulho em ser peão, trago o cheiro do rodeio.
Quando entro na arena,
Não tenho dó, nem pena, chego à espora, e desço o reio
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