Compositor: Arimatéa/ Miranda
O meu amigo que brigou com a namorada.
Entrou numa enrascada, que eu não quero nem lembrar.
Foi ao boteco, encheu a cara ficou tonto,
O coitado bebeu tanto, que chegou a desmaiar.
Estava chovendo e o vento fino soprava,
Era só o que faltava, meu amigo ficar tonto.
Deixar na chuva, com certeza ele morria,
E naquela agonia, eu carreguei ele nos ombros...
Ele é gordão, eu sou raquítico, sou magrinho,
Levei ele mesmo assim, amigo é pra ajudar.
Quando cansava, eu jogava ele no chão,
Fui arrastando pela mão, até a gente chegar lá.
Na casa dele, foi que o bicho pegou,
A mãe dele se assustou e já começou a gritar:
“O que fizeram, com meu filho tá gelado,
O pezinho do coitado, não tá querendo esquentar”.
Pra esquentar o pé dele, a velha passava a mão,
Quem fez isso com meu filho? vou chamar o camburão!
Fiquei no maior sufoco, busquei um par de meião,
Disse a ela: “é meio grossa, meia preta de algodão,
Bota a meia no pé dele, tia que esse menino fica bom”.
Meia preta meia grossa, veja só a confusão,
Bota logo e não enrola tia, que esse menino fica bom.
O meu amigo que brigou com a namorada.
Entrou numa enrascada, que eu não quero nem lembrar.
Foi ao boteco, encheu a cara ficou tonto,
O coitado bebeu tanto, que chegou a desmaiar.
Estava chovendo e o vento fino soprava,
Era só o que faltava, meu amigo ficar tonto.
Deixar na chuva, com certeza ele morria,
E naquela agonia, eu carreguei ele nos ombros...
Ele é gordão, eu sou raquítico, sou magrinho,
Levei ele mesmo assim, amigo é pra ajudar.
Quando cansava, eu jogava ele no chão,
Fui arrastando pela mão, até a gente chegar lá.
Na casa dele, foi que o bicho pegou,
A mãe dele se assustou e já começou a gritar:
“O que fizeram, com meu filho tá gelado,
O pezinho do coitado, não tá querendo esquentar”.
Pra esquentar o pé dele, a velha passava a mão,
Quem fez isso com meu filho? vou chamar o camburão!
Fiquei no maior sufoco, busquei um par de meião,
Disse a ela: “é meio grossa, meia preta de algodão,
Bota a meia no pé dele, tia que esse menino fica bom”.
Meia preta meia grossa, veja só a confusão,
Bota logo e não enrola tia, que esse menino fica bom.
Pra esquentar o pé dele, a velha passava a mão,
Quem fez isso com meu filho? vou chamar o camburão!
Fiquei no maior sufoco, busquei um par de meião,
Disse a ela: “é meio grossa, meia preta de algodão,
Bota a meia no pé dele, tia que esse menino fica bom”.
Meia preta meia grossa, veja só a confusão,
Bota logo e não enrola tia, que esse menino fica bom.
Bota logo e não enrola, tia que esse menino fica bom.
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