Compositor: Arimatéa/ Paulo Cruz
Certo dia eu parei,
fiz uma reflexão.
Em respeito à
natureza e a nossa criação.
A fruta vem da
semente, ela germina do chão.
Vem a chuva molha a
terra e o tempo se encarrega,
De toda
transformação.
A água vem da
nascente, que brota do próprio chão.
Pura, limpa
cristalina, forma córrego e ribeirão.
Na medida do
possível, vai tomando seu lugar,
Não tem como impedir,
a água vai para o rio,
E o rio vai para o
mar.
Cada animal tem seu
jeito, na sua fecundação.
A fêmea procura o
macho, só para reprodução.
Para nós seres
humanos, existe uma exceção.
É fácil compreender,
nos amamos por prazer,
E não por obrigação.
Quando os olhares se
cruzam e o coração disparou.
É uma atração total,
uma química que rolou.
Um jogado no cabelo,
um sorriso encantador.
O nossos corpos se
atraem, e a nossa vida sai,
De um ato de amor.
Cada animal tem seu
jeito, na sua fecundação.
A fêmea procura o
macho, só para reprodução.
Para nós seres
humanos, existe uma exceção.
É fácil compreender,
nos amamos por prazer,
E não por obrigação.
Quando os olhares se
cruzam e o coração disparou.
É uma atração total,
uma química que rolou.
Um jogado no cabelo,
um sorriso encantador.
O nossos corpos se
atraem, e a nossa vida sai,
De um ato de amor.
O nossos corpos se
atraem, e a nossa vida sai,
De um ato de amor.
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